
Preciso de força para derrotar os moinhos e perseguir os fantasmas. minha luta é rebelde, meu exército solitário e roto. as palavras de ordem e o punho cerrado são contra o tempo, contra o vento. o olhar fraterno e a lágrima petrificada são lembranças e apenas lembranças, nada mais. ando por campos planos a procura do inimigo que jamais virá. a força do destino fez a batalha ser silenciosa, os inimigos soprando nos ventos e andando sempre ao lado. o inimigo fez morada na minha solidão. e assiste de camarote a minha derrocada.


