26 de ago. de 2008

cavaleiro



Preciso de força para derrotar os moinhos e perseguir os fantasmas. minha luta é rebelde, meu exército solitário e roto. as palavras de ordem e o punho cerrado são contra o tempo, contra o vento. o olhar fraterno e a lágrima petrificada são lembranças e apenas lembranças, nada mais. ando por campos planos a procura do inimigo que jamais virá. a força do destino fez a batalha ser silenciosa, os inimigos soprando nos ventos e andando sempre ao lado. o inimigo fez morada na minha solidão. e assiste de camarote a minha derrocada.

Um comentário:

TANIA MARIA disse...

Oi Edinho, sabe que a cada dia que sobrevivo mais me convenço que os humanos são realmete enigmas e praticamente na grande maioria não conseguem desvendar e nem compreender sua própria essência, quem dera o contexto deste planeta. Será ... rssssssssssss
Bjks pra vc Tania